terça-feira, 24 de maio de 2011

Tipo Fiona e Shrek









Muitas vezes tento fugir desse lado romântico do alessandraalmeida.blogspot.com mas não têm jeito quando me deparo já estou postando novamente um texto meloso.Em homenagem a isso hoje irei me referir a conversa que tive no sábado com alguns amigos da faculdade em relação ao amor...
Em pleno sábado de manhã todos com cara se sono e assim sem mais nem menos surgiu esse assunto e percebi que nosso grupo concordou plenamente com as formas de se aprender o que é amor, ou digamos assim achar que aprendemos o que é amor.
Amor de verdade não é a pessoa perfeita na hora certa e sim aquele vicio que aparece sem mais nem menos, como cita meu amigo Jeferson “aquele mal do qual você não consegue deixar, do qual você não vive sem”..., ou então como citou outro grande colega Cadu me proporcionando muitas risadas, mas ao mesmo tempo me fez concordar plenamente com ele “amor de verdade não é o príncipe encantado, de cabelos loiros chegando em um cavalo branco, amor de verdade é um baixinho gordinho chegando de jegue..isso sim é que é amor de verdade tipo Fiona e Shrek”...
Em homenagens a todos esses meus novos colegas que acreditam em amores dentro dos padrões da realidade com seus defeitos e qualidades, que não esperam os príncipes ou as top models,mas é claro se for bom e bonito melhor ainda, o importante é ser de verdade, não apenas aparência,ser mais que o alimento de seu próprio ego.

(Alessandra Almeida)

CuLPa


A culpa torna os homens fracos e dependentes de algo dentro de si mesmos,
os torna vulneráveis e depressivos, a culpa torna-os sedentos de perdão.
A culpa nos mata em silencio suplicia nossa alma e rouba o nosso sono,
torna o homem mais prudente e ao mesmo tempo mais indigno.

Muitas vezes a culpa vêm desacompanhada do crime em si, vêm simplesmente na intenção de cometê-lo.

(Alessandra Almeida)

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Um Viajante
















Pode ser que seja mais uma chance lançada fora;
Pode ser que sejam apenas sonhos plantados em terras de pouca esperança;
Pode ser que eu esteja cega sem saber, Pode até ser que eu esteja perdida dentro dos outros, mas prefiro pensar que é dentro de mim mesma e meus medos;
Posso até me enganar, mas quem nunca se enganou...
Posso muitas coisas, mas com relação ao tempo não posso nada;
Posso ter milhares de amigos ou posso ter nenhum, mas a quantidade de amor que tenho por eles não depende de números ou datas, de tempos passados ou de espaço, depende apenas de existir de ser cultivado.
Não posso nem quero abraçar o mundo e seus padrões, e mesmo que pudesse estou certa de que nem todos me abraçariam.
Não posso fazer a todos felizes, mas as vezes me canso de ser a infelicidade de muitos;
Jamais agradarei a todos e também nem quero, a minha vida por mais simples e menor que tenha sido ensinou-me a ver de forma grosseira e má, certas coisas que aos outros parecem boas e normais. Não julgo a ninguém, e dos outros espero o mesmo, que não me julguem ou me condenem dentro de meus enigmas.
Um dia eu conheci a Farrow e Day que poucos conhecem e quis fazer parte dela, daquela história. Mas existe uma grande barreira entre nós, feita de tempo e planos, não sei como quebra-lá, talvez eu nunca aprenda. Ao viajante que me levou até lá posso apenas esperar que ele siga os seus caminhos, afinal de contas fiz minhas escolhas, e mesmo que nossos caminhos nunca se encontrem não posso fazer nada. Não tenho o poder de mudar muitas coisas, na verdade nunca tive nem de mudar poucas.
Um dia Farrow e Day terá retratos na parede e espero nem que seja no menor deles estar presente;
Nem que seja com o uma lembraça de papel dos tempos em que eu queria ser mais que passado.

(Alessandra Almeida)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Lar...















Existem lágrimas saindo de dentro de mim...


Na maioria das vezes cada um recebe por aquilo que merece,talvez eu esteja apenas colhendo do fruto que eu plantei,chorando as lágrimas que eu mesma busquei, sorrindo os sorrisos que eu alcancei, e a cada dia aprendendo a levantar a cabeça mais confiante após o erro.

O motivo desses meus erros eu nem sei dizer, ou simplesmente finjo não saber, por pura precipitação por querer uma palavra amiga, por confiar ou sonhar demais e usar pouco o meu senso de noção.

Cada qual traz dentro de si uma fonte de águas, um presente de Deus, hoje mais do que nunca me apego a essa fonte de vida, que me fornece forças para viver todos os dias, sendo eles bons ou nem tão bons assim.

Nos últimos tempos tenho escrito muitas coisas, porém cada vez que escrevo tenho medo dessa tristeza e dessa saudade que habita dentro das minhas palavras mesmo antes que elas sejam escritas.

Todos nós pertencemos a um lar que não depende de posição geográfica ou espaço, esse lar se chama amor, se chama família, para mim se chama pai, mãe, Irmão mais novo, cheirinho de pão no forno feito no domingo, e uma casinha úmida que na maior parte do ano também é fria.

Agradeço a Deus todos os dias por esse meu lar, que embora esteja tão distante ainda é e sempre será meu amado lar.

(Alessandra Almeida)

quinta-feira, 1 de abril de 2010

O Vai e vêm de si mesmo



















O meu jeito de ser é único e exclusivo,
As pessoas têm os seus direitos para não gostarem...
Mas o meu dever é ser fiel a mim mesma, independentemente de falsos sorrisos
ou de verdadeiras lágrimas.
As pessoas mudam de uma forma tão rápida e banal que acabam esquecendo de quem realmente são, e isto é dramático é medíocre, perceber que certas pessoas nunca descobriram que possuem uma personalidade.
Você somente descobre o valor de uma pessoa quando ela é capaz de confiar em você, mesmo que não haja muitos motivos ao seu favor.
A quantidade de palavras que uma pessoa trás consigo pode demonstrar o quanto ela é sabia, mas a quantidade de palavras que ela pode ouvir realmente revela a sua sabedoria.
Não tenho medo necessariamente da morte, mas das pessoas que trazem a morte em si e se vestem de cordeiro.
O meu medo não daquilo que bocas profanas falam a meu respeito, mas sim do que elas falam a respeito dos que amo.
O vento sopra diferente sempre, pois cada badalada do relógio torna cada instante novo, e as máscaras não duram muito, logo elas caem e a verdade jorra como fonte.
Muitas vezes acredito mais em um sorriso estranho do que possa parecer, basta apenas que ele traga sinceridade consigo.

(Alessandra Almeida)

domingo, 28 de março de 2010

O ato de ser humano







O ato de ser humano é...

Prender-se a vida por pequenos e frágeis fios de esperança,

Tecidos de fé.


(Alessandra Almeida)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Coisas que não vou aprender


Ainda não aprendi a viver de silêncio
A me esconder de mim mesma;
Ainda falta muito...
Não aprendi a Medir certas palavras,
Calcular certas atitudes e quanto mais suas consequências
A ter um meio amigo,
Ou a ser uma quase amiga.
Ainda não sei me encaixar na modernidade do “tudo pode para ser descolado”
Ainda estou em outro tempo...
Talvez no século passado.
Não aprendi a amar aos poucos,
A viver de coisas banais,
A aceitar preconceitos,
A deixar as coisas que quero para trás.
Há certas coisas que ainda não aprendi e jamais irei aprender,
Há certas coisas que hoje não fazem parte de mim, e nuca irão fazer.
Existem certas maneiras de sorrir, de chorar,e até mesmo errar que não vão mudar.
São manias que cresceram comigo e insistem em me acompanhar,
Por mais estranhas e infantis que sejam elas continuarão assim.
A menos que eu seja algo que não sou.

(Alessandra Almeida)